Dados oficiais certificam aumento da sinistralidade laboral na Galiza em 2007

1 de Setembro de 2007

Os sete primeiros meses de 2007 confirmam o aumento do número de sinistros laborais, com destaque para os que tenhem resultado de morte. Estes fôrom 38 só contando os acontecidos no posto de trabalho, face aos 34 de 2006, e 51 contando os acontecidos durante os deslocamentos ao lugar de trabalho, conhecidos como in itinere.

O número total de acidentes foi, nestes sete meses de 2007, de 29.801, o que supom um incremento de 2,74% em relaçom aos 27.732 de 2006, tendo em conta que o número de filiados e filiadas passou de 831.717 para 869.955.

Som dados da Conselharia do Trabalho da Junta da Galiza, referidos apenas à Galiza autonómica, excluindo portanto as comarcas do leste sem reconhecimento da sua identidade galega.

Segundo a Conselharia, o sector serviços registou o maior aumento de acidentes (10.063), mas também actividades como a pesca e a agricultura estám a ter tendência negativa (837), mantendo-se em 12 o número de vítimas mortais na construçom (7.711 acidentes) e descendo de 7 para 4 na indústria, que continua a sofrer o maior número de acidentes, com 10.205.

Unicamente os acidentes considerados graves tivérom umha evoluçom positiva nestes meses, passando-se de 575 para 505, aumentando os menos graves e os mortais.

Como sempre, a Administraçom limita-se a registar uns índices que questionam gravemente a sua política em matéria de segurança no trabalho, sem que sejam tomadas medidas verdadeiramente efectivas para que as empresas deixem de jogar com a vida e a saúde dos trabalhadores e as trabalhadoras galegas.

 

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