Solidariedade com Anjo, Antia e Alexandre, jovens galeg@s represalidad@s polo militarismo espanhol

12 de Janeiro de 2008

BRIGA informa no seu web da nova marcaçom do julgamento a três jovens antimilitaristas em Ponte Vedra, para quem a procuradoria pede 2.190€ de multa e um ano de prisom para cada um/ha. A entidade juvenil independentista desenvolverá nos dias que restam até o julgamento (previsto para 4 de Fevereiro às 10h15 nos tribunais de Ponte Vedra) umha campanha informativa e de denúncia do caso.

O novo aprazamento para 4 de Fevereiro responde ao adiamento prévio, devido à nom comparência das testemunhas da acusaçom, deslocadas ao Líbano como parte da tropa espanhola ocupante de aquele país.

BRIGA difunde nestes dias um abaixo-assinado em apoio a Anjo, Antia e Alexandre, que reproduzimos abaixo. O nosso partido adere incondicionalmente ao documento e reclama a livre absolviçom dos dous companheiros e a companheira, cujo único 'crime' foi reivindicar umha Galiza desmilitarizada.

Manifesto de solidariedade com @s três jovens antimilitaristas

As pessoas, colectivos e organizaçons abaixo assinantes queremos manifestar o nosso apoio e solidariedade com Anjo Torres, Antia Marinho e Alexandre Rios; três jovens que o próximo dia 4 de Fevereiro serám julgados por dous delitos de injúrias e maltrato às Forças Armadas.

Os factos imputados acaecêrom em Junho de 2006, quando a BRILAT organizava diante do centro de ensino Valhe Inclám um dispositivo de captaçom de jovens dentro da campanha publicitária polo seu 37º aniversário. A presença militar foi respostada por umha concentraçom de jovens portando umha faixa e coreando lemas antimilitaristas. Os efectivos da Polícia Militar lançárom-se a desgarrar a faixa e golpeárom às/aos assistentes, enquanto um stand de cartom do exército era rociado de pintura cor-de-rosa.

Entendemos que a petiçom de um ano de prisom para cada um/umha, mais 6.570 € de multa é umha mostra das anémicas liberdades das que se desfruta no ámbito da liberdade de expressom na Galiza, sendo duramente punido o posicionamento público contra um exército mercenário, imperialista e herdeiro do golpe de estado de 1936.

Por outra banda, consideramos que é de dupla moral manter as acusaçons contra estes jovens enquanto os assassinatos perpetrados historicamente polo exército seguem impunes, e a sua cumplicidade activa nas massacres do Iraque, Afeganistám e outros países do mundo seguem a ser encubertas.

 

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