Europa trafica com crianças africanas e os media reclamam a impunidade dos seqüestradores

7 de Novembro de 2007

Nestes dias tivemos confirmaçom clara, diáfana e televisada sobre o tráfico de menores realizado por organizaçon ditas "nom governamentais" europeias em África. Fôrom mais de 100 as vítimas chadianas de entre um e dez anos que fôrom roubadas para serem trazidas ilegalmente à Europa.

Nada sabemos sobre o fim que esses criminosos tencionavam dar às crianças neste 'paraíso da moral e dos direitos humanos' chamado Europa. Porém, sim sabemos que os meios 'informativos' e os poderes políticos francês e espanhol se centrárom em defender abertamente a impunidade para os seqüestradores, clamando pola sua entrega aos 'democráticos' estados ocidentais.

Polos vistos, estamos perante a ponta de um icebergue de um meganegócio que afecta a milhares de crianças africanas, vítimas do tráfico de seres humanos das máfias ditas humanitárias, que rapidamente contárom com o incondicional apoio dos 'ilustres' Sarkozy e Zapatero que, desprezando a soberania chadiana, garantírom a volta dos criminosos ao continente europeu.

De facto, o próprio presidente francês viajou à ex-colónia para trazer de volta cidadaos e cidadás europeias, e garantiu que o mesmo vai acontecer com todos os alegados seqüestradores e seqüestradoras de crianças africanas. No fundo, e na superfície, estamos diante da perfeita metáfora da hipócrita e corrupta natureza do capitalismo, motor da maquinaria imperalista europeia que nom duvida em aproveitar o empobrecimento e submetimento do chamado terceiro mundo para incluso tirar lucro da 'carne infantil' em obscuros casos de tráfico humano.

Um fenómeno que se estende por todo o planeta, com seqüestros, assassinatos, redes de venda e tráfico de seres humanos condenados à mais mísera existência polos valedores da 'democracia' e o 'estado de direito' na Europa e os Estados Unidos.

E, entretanto, os media do sistema, em lugar de tentarem chegar ao fundo do negócio, fomentam o nacionalismo chauvinista europeu defendendo as máfias e aplaudindo o papel dos governos que as protegem.

 

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