Povo equatoriano apoia em massa a luita antineoliberal

1 de Outubro de 2007

As eleiçons para a Assembleia Constituinte equatoriana confirmárom a fortaleza da proposta antineoliberal e anti-imperialista liderada polo actual presidente, Rafael Correa, que atingiu os 62.2% dos votos, o que supom umha ampla maioria absoluta.

Umha vitória histórica que dá umha importante margem ao governo de Correa para a elaboraçom de umha nova Constituiçom, a vigésima do país, de orientaçom pró-socialista, de defesa da soberania e garantista para o controlo estatal dos sectores estratégicos da economia, após décadas de submissom ao imperialismo ianque, ao neoliberalismo selvagem e às minorias oligárquicas.

A votaçom serve ainda para reforçar a aliança entre os governos anti-imperialistas da América Latina (Cuba, Bolívia, Venezuela e o próprio Equador). Há que lembrar que também a Bolívia e a Venezuela estám a protagonizar profundas transformaçons sociais e institucionais, inéditas nas respectivas histórias, com o denominador comum da soberania nacional frente aos EUA e o crescente protagonismo das massas populares face às oligarquias.

Representantes políticos e institucionais espanhóis já mostrárom o seu temor à "influência" do processo bolivariano liderado por Hugo Chávez no que agora se abre no Equador. Deputados do PP e do PSOE temem o avanço de umha linha de ruptura com os imperialismos norte-americano e europeu, chegando Menéndez del Valle (PSOE) a afirmar que "Correa, se for inteligente, e acho que é, nom seguirá a linha de Chávez".

 

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