NÓS-UP finaliza a sua campanha contra os símbolos franquistas entregando mais de 200 na sede central da Junta da Galiza

13 de Junho de 2007

A intensa e prolongada campanha desenvolvida pola organizaçom independentista e socialista galega, NÓS-Unidade Popular, desde fins do ano 2005 em toda a Galiza, concluiu hoje com a entrega de mais de 200 placas, cruzes e demais elementos icónicos da ditadura fascista na sede central da Junta da Galiza, em Compostela.

Membros da Direcçom Nacional da formaçom soberanista figérom chegar ao presidente e ao vice-presidente da Junta, Peres Tourinho e Anxo Quintana respectivamente, umha carta em que, pola terceira vez durante o decurso da campanha, reclamam que a instituiçom autonómica cumpra com a sua obrigaçom democrática, retirando os símbolos que inçam sedes oficiais e espaços públicos da Galiza.

A entrada principal da sede da Junta em Sam Caetano ficou totalmente coberta por todo o tipo de símbolos fascistas procedentes de numerosos concelhos da Galiza, testemunhando a subsistência material e simbólica do ideário franquista na Galiza do século XXI, graças à passividade das instituiçons públicas, hoje governadas maioritariamente por forças proclamadas, quer "de esquerda", quer "nacionalistas galegas".

NÓS-UP apelou mais umha vez a que as novas maiorias municipais alternativas ao PP retirem imediatamente a grande quantidade de material apologético do fascismo que a esquerda independentista nom deu retirado por completo.

Toda a informaçom sobre as iniciativas de NÓS-UP no dia de hoje pode ser consultada aqui, incluindo umha galeria de imagens.

Censura na TVG

Diferentes meios de comunicaçom fôrom convocados e recolhêrom imagens e declaraçons. Porém, a televisom autonómica pública, que filmou o desenvolvimento do acto, só emitiu menos de um minuto de informaçom no telejornal das 14:30h. Já na ediçom da tarde, a informaçom desapareceu misteriosamente, no que parece um claro silenciamento por parte dos responsáveis políticos, perante umha crítica frontal às carências da anunciada "regeneraçom democrática" na legislatura actual.

 

Voltar à página principal