Fraga di adeus a 2007 louvando o pai político e exprimindo temor pola unidade de Espanha

31 de Dezembro de 2007

O velho fascista e ex-presidente da Junta da Galiza polo PP, Manuel Fraga Iribarne, despediu o ano com umhas declaraçons ao jornal corunhês La Opinión, em que reconhece concordar "completamente" com as ideias filo-franquistas exprimidas recentemente polo seu companheiro Jaime Mayor Oreja, sobre os "anos de placidez" que o franquismo lhes trouxo.

O fundador do PP atribui à Espanha de Franco mais "ordem" que à actual, rechaça a memória histórica antifascista e pede 50 anos de margem para que o ditador tenha um reconhecimento como acabou por ter Napoleom.

Aproveitando a sua viagem à Galiza para assistir ao enterro do deputado do Partido Popular José Cuinha, Fraga confessa temor polo futuro de Espanha, tendo em conta que em todo o mundo estám a verificar-se tendências independentistas no que denomina um "problema universal".

Por último, o ex-presidente da Junta, que só residiu no nosso país durante os anos em que o governou, para voltar logo a Madrid ao perder a presidência, louva os anos de governo de Felipe González à frente do PSOE, já que "soubo fazer do socialismo umha versom posta ao dia e ao serviço de Espanha". Nom sabemos se se refere ao papel de González à frente do terrorismo de estado contra o povo basco naqueles anos.

Convém lembrar que Fraga ocupa um posto de senador em Madrid por nomeaçom autonómica, graças aos votos unánimes das forças presentes no Parlamento autónomo: PP, PSOE e BNG.

 

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