Espanha continua a fazer negócio com as bombas de fragmentaçom

22 de Maio de 2008

Nom é nengumha novidade: os 'democratas de toda a vida' espanhóis fabricam e vendem bombas de fragmentaçom, consideradas como o armamento convencional mais brutal do utilizado contra a populaçom civil em numerosos cenários de conflito bélico e de agressom militar. Os mesmos que nos moralizam dia sim, dia também, contra as acçons de violência defensiva protagonizada polos povos contra o imperialismo em qualquer das suas formas, lucram-se vendendo armamento que sabem positivamente que vai ser utilizado para mutilar crianças de maneira indiscriminada.

Mutilaçons 'democráticas'

Som compatíveis esses negócios estatais e de militares e empresários espanhóis com a autoproclamada defesa dos direitos humanos? É compatível lucrar-se com a venda de bombas que vam manter a sua operatividade até 30 anos depois de ter sido lançadas contra a populaçom civil com as mensagens sobre a moralidade democrática e a condena e ilegalizaçom impostas a quem luita por um mundo melhor?

As bombas de fragmentaçom som utilizadas desde fins dos anos 60 polos EUA, que mutilou milhares de vietnamitas e cambojanos mediante esses pequenos e letais explosivos, que som lançados pola aviaçom e ficam ocultos à espera de serem pisados por um lavrador ou umha lavradora, por umha criança ou qualquer pessoa, que pode morrer ou ficar gravemente mutilada sem saber porquê.

Numerosos países do chamado Terceiro Mundo estám sementados desse tipo de bombas, nomeadamente na Ásia e em África, sendo muito difícil e custoso limpar os territórios afectados. Afeganistám, Angola, Iraque, Chechénia, Camboja e os Balcáns som alguns dos mais atingidos pola presença incontrolada dessas bombas.

O negócio continua

Hoje, o negócio das bombas de fragmentaçom continua, apesar da proibiçom de frabricá-las por parte de estados como o belga. E continua graças à falta de escrúpulos de governos como o espanhol.

Em concreto, o Ministério da Indústria fabrica grandes quantidades de bombas de fragmentaçom, que depois som vendidas a estados como o israelita, sob o 'argumento' da 'defesa nacional'.

No Estado espanhol, a organizaçom ambientalista Greenpeace desenvolve na actualidade umha campanha para exigir que deixe de fabricar e vender armamento tam extremamente desumano como esse, mas os interesses do negócio da morte pesam mais do que qualquer consideraçom 'humanitária'.

 

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