Continua apartheid lingüístico contra o galego

10 de Junho de 2007

Vários meios de comunicaçom informárom do caso sucedido num hospital privado da Corunha, o chamado "Hospital Modelo", onde umha especialista em Pediatria recrimina na sua consulta às crianças que chegam falando galego, obrigando-as a falar espanhol.

A mae do rapaz de 13 anos fijo umha denúncia pública do caso, reconhecendo sentir-se "vexada", veiculando-a através da Mesa pola Normalizaçom, que por sua vez difundiu o caso.

A direcçom do centro hospitalar afirmou "carecer de informaçom", evitando qualquer compromisso para evitar que tais factos continuem a suceder no interior das suas instalaçons com o seu pessoal médico. Limitou-se a explicar que a facultativa nom é galega. Tampouco a Cámara Municipal da Corunha nem a Junta da Galiza intervéu, que se saiba, num caso de clara discriminaçom descarnado contra os direitos lingüísticos.

Há que lembrar casos anteriores de discriminaçom que tenhem trascendido, como o do hotel da Toja que estabeleceu como directriz que o seu pessoal evitasse o uso do galego na actividade laboral.

 

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