Governo do PSOE reafirma aposta repressiva contra o independentismo basco

3 de Setembro de 2007

O Estado espanhol, independentemente de quem governe (PP ou PSOE), acaba voltando às velhas receitas repressivas para tentar afogar a vontade soberanista do povo basco. A detençom de Joseba Álvarez e de Oihana Agirre, dirigentes referenciais da esquerda abertzale, por ordem do tribunal de excepçom chamado Audiência Nacional, incrementa a perseguiçom contra a actividade política no País Basco.

De facto, o motivo aduzido é a participaçom numha manifestaçom em Donostia no passado dia 9 de Setembro, quando a polícia autonómica carregou brutalmente contra as pessoas participantes fazendo nove detençons e deixando dezenas de pessoas feridas.

Além de Joseba Álvarez e Oihana Agirre, outros dirigentes políticos bascos como Arnaldo Otegi ou Juan Mari Olano entrárom em prisom logo que findou período de cessar-fogo unilateralmente declarado pola organizaçom armada basca ETA.

"A oferta de Zapatero"

Joseba Permach, um dos dirigentes independententistas ainda livres, ofereceu a análise dos últimos acontecimentos repressivos definindo a detençom do companheiro e a companheira como "a única oferta" do governo de Rodríguez Zapatero ao povo basco: "Constituiçom e repressom", através de umha operaçom "política" e nom puramente judicial, que tenciona "amedrontar e coarctar a actividade política das pessoas que trabalham em prol da independência e contra os limites que estabelece a Constituiçom espanhola".

Mais do que nunca, é necessário manifestar a solidariedade do nosso povo com o irmao povo basco, vítima da política assimilista espanhola, cada vez mais deficitária em termos democráticos e decidida a eliminar qualquer dissidência nacional e de esquerda.

 

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