Querem deter rebeliom juvenil: julgamento a três jovens antimilitaristas em Ponte Vedra

30 de Outubro de 2007

Mais umha vez, a repressom é a fórmula escolhida polo Estado espanhol para afrontar a rebeldia antimilitarista na Galiza. Três jovens independentistas, Antia, Anjo e Alexandre, vam ser julgados amanhá, quarta-feira, acusados de "maltrato a membros das Forças Armadas", por um acto acontecido em Junho de 2006 em Ponte Vedra, em protesto pola presença de umha banca propagandística da BRILAT na cidade do Leres.

A procuradoria do Estado ("fiscalia" na nomenclatura espanhola) reclama umha multa de 6.000 euros e um ano de prisom para cada umha e cada um dos jovens, apesar de terem sido precisamente eles e ela os agredidos pola actuaçom de efectivos da polícia militar espanhola presentes no lugar em que a BRILAT fazia apologia do exército profissional.

O julgamento do dia 31, às 11 da manhá, é um ataque frontal à liberdade de expressom, umha nova mostra dos limites do "Estado de direito" em que o rechaço às ideias militaristas é submetido a assédio judicial com pedido de condena e multas desorbitadas para atemorizar a juventude mais comprometida com a transformaçom do País.

BRIGA convocou umha concentraçom em solidariedade com os dous rapazes e a rapariga represaliados, quarta-feira às 11 horas em frente dos Tribunais de Ponte Vedra. Daqui queremos manifestar o nosso apoio solidário à actuaçom exemplar dos companheiros e acompanheira, e fazemos um apelo a participar na concentraçom convocada pola organizaçom juvenil da esquerda independentista.

 

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