Lapote irlandês à estratégia do neoliberalismo europeu

13 de Junho de 2008

Depois da derrota da Constituiçom europeia nos referendos francês e holandês durante 2005, os falcons do neoliberalismo selvagem quigérom introduzi-la, sob o nome de "Tratado de Lisboa", sem o submeter ao voto popular.

Assim, diferentes parlamentos fôrom aprovando pola calada a doutrina do capitalismo mais cru e reaccionário como guia para os próximos anos de Uniom Europeia. Porém, a Constituiçom irlandesa desmanchou os planos dos mercadores europeus: obrigatoriamente, a adesom da República da Irlanda tinha que ser submetida a referendo e, como umha maldiçom para as oligarquicas dominantes, voltou a ganhar o nom.

Embora nom tenha concluído o reconto, todo indica que a derrota será contundente, podendo ser atingidos quase os 60% de nons face ao voto afirmativo, que defendiam todos os partidos parlamentares excepto o Sinn Fein. O voto negativo impujo-se sobretodo nos bairros obreiros das vilas e cidades irlandesas, enquanto a classe média-alta votou a favor.

Os tecnocratas da elite económica e política europeia, incluídas as classes dominantes irlandesas, já começam a deitar contas para ver como esquivam o rejeitamento do único povo que foi consultado.

Tentarám um 'arranjo jurídico' (sic) para que o fraudulento processo de imposiçom neoliberal continue apesar da clara posiçom irlandesa, que poderia ser 'esquivada' com umha repetiçom do referendo daqui a uns meses, demonstrando-se mais umha vez que a burguesia nom sabe perder, e sempre está disposta a trucar a realidade até conseguir umha legitimaçom social para os seus planos de imposiçom do modelo de extorsom económica global.

 

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