Outro jovem trabalhador morre em acidente laboral

13 de Agosto de 2007

Um jovem operário da empresa Megasa, de Narom, é a última vítima mortal da alta sinistralidade laboral que sofre o mercado de trabalho na Galiza, sendo sempre os sectores mais precarizados que mais intensamente padecem as conseqüências.

Desta vez foi em Trasancos e o trabalhador tinha só 23 anos. Vizinho de Perlio (Fene), o operário do metal era novo na empresa e representava a nova geraçom de obreiros precários que se incorporam a um mercado sem garantias de segurança para os mais fracos.

Polos vistos, a morte deveu-se a um atropelamento por parte de umha máquina que circulava marcha atrás e bateu no jovem.

O secretário comarcal da CIG, Xesús Anxo López Pintos, foi o primeiro a analisar esta nova morte, indicando que é a segunda na última década na mesma empresa, caracterizada pola prioridade absoluta da produçom. O dirigente sindical lembrou que a CIG tem constáncia da presença de gases tóxicos, da ausência de depuradora por excesso de produçom e da falta de sinais lumínicos e acústicos nas máquinas, o que parece estar relacionado com o acidente concreto de ontem.

Pintos denunciou as graves condiçons de exploraçom e falta de segurança que a empresa Megasa impom ao seu quadro de pessoal, enquanto o comité de empresa vai convocar umha paralisaçom para exigir medidas imediatas que evitem novos acidentes.

Como sempre, as instituiçons lavam as maos e evitam qualquer compromisso concreto para obrigar os patrons a investir em segurança.

 

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