Repressom desbocada do PSOE: paradigma do abuso de poder

24 de Janeiro de 2008

O PSOE nom levanta o pé do acelerador repressivo e continuam a suceder-se medidas e operativos judiciais e policiais contra quem trabalha social e politicamente por um outro modelo de sociedade superador do capitalismo e do submetimento nacional que a Galiza padece.

Monarquia intocável, livre expressom perseguida

Às citaçons da Audiência Nacional contra quatro militantes de NÓS-Unidade Popular acusados de queimarem umha imagem do rei de Espanha, que deverám declarar perante Grande-Marlaska a 29 de Janeiro, somam-se multas às pessoas que formalizárom a convocatória da manifestaçom autodeterminista de 6 de Dezembro, acusados de que Causa Galiza "nom mantivo a ordem", pola queima do boneco que representava Juan Carlos I.

A realidade é que a queima da figura em madeira foi posterior a que a manifestaçom tivesse concluído, apesar de contar com a simpatia e os aplausos unánimes do conjunto d@s manifestantes.

A melhor resposta à inquisiçom monárquica será levar a voz da solidariedade galega com os quatro militantes de NÓS-UP a Madrid no mesmo dia 29, e estender o apoio aos companheiros multados por assinarem o pedido da licença para realizar a manifestaçom soberanista de 6 de Dezembro, tal como já fijo a formaçom independentista e socialista galega.

Mais ataques policiais: dous detidos na Corunha e Vigo

Mas a repressom desbocada polo PSOE continua: dous activistas galegos do movimento anti-repressivo fôrom detidos ontem na Corunha e Vigo respectivamente, acusados de "fazer parte da rede legal de apoio aos GRAPO". A realidade é que se trata de dous trabalhadores conhecidos nos seus bairros, reconhecidos pola sua entrega a causas sociais e solidários com os sectores sociais mais castigados polo regime espanhol: os presos e as presas.

Tal e como a mae de um dos detidos declarou aos meios, o governo espanhol do PSOE demonstra um impune "abuso de poder" com estas actuaçons enquadradas na ditatorial legislaçom antiterrorista espanhola.

Diferentes sectores sociais e políticos da esquerda galega, incluída NÓS-Unidade Popular, manifestárom a sua solidariedade com os detidos. Nom foi o caso do BNG, que através do seu porta-voz Anxo Quintana voltou a dar mostras de umha enorme miséria humana e política ao aderir incondicionalmente a umha actuaçom policial que, com a colaboraçom dos meios de comunicaçom ao serviço do Estado, espezinha qualquer sombra de direito à presunçom de inocência.

Também a militáncia independentista e comunista galega denuncia a ofensiva repressiva em curso. Fazemo-lo aqui e nas nossas ruas, e apelamos ao povo trabalhador galego para fazermos frente aos abusos do poder com mais autoorganizaçom e mais iniciativas políticas revolucionárias.

 

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