Torturas: Amnistia Internacional dá a razom ao Parlamento basco e pede medidas de controlo

20 de Outubro de 2008

A aprovaçom polo Parlamento autónomo basco de umha resoluçom em que se denuncia o papel dos governos espanhóis no amparo à tortura criou umha unánime resposta dos altofalantes mediáticos do Reino, com os comentadores, tertulianos e outros empregados do sistema a difamar a decisom maioritária da instituiçom autonómica basca.

Agora, Amnistia Internacional reclama à Comissom de Direitos Humanos desse mesmo parlamento, com sede em Gasteiz, medidas concretas orientadas a evitar novos casos de torturas como os que existem, segundo AI, "nom de maneira sistemática, mas tampouco insólita".

Segundo essa Organizaçom Nom Governamental, no Estado espanhol nom se realizam pesquisas adequadas em cada caso denunciado, "nem se contribui para conseguir que os responsáveis rendam contas nem para limpar o bom nome dos agentes acusados em falso".

AI considera imprescindível que se realizem "auditorias externas dos mecanismos de pesquisa internos para garantir a transparência das pesquisas", bem como "rigorosas" sançons a quem encobrir práticas de abusos ou nom informem sobre elas.

A referida ONG reclama ainda que se descarte o uso de capuzes por agentes da polícia e se filmem e gravem em áudio as zonas de custódia nas esquadras.

PP e PSOE já se manifestárom contra as medidas de controlo e transparência nas instalaçons policiais solicitadas por Aministia Internacional, dando o total apoio às práticas policiais, que em numerosos casos contrastados implicam o recuros às torturas e às vezes chegam a custar a vida dos detidos ou detidas.

 

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