O fascista Aznar incha peito no santuário do imperialismo e ameaça a Revoluçom Cubana

5 de Fevereiro de 2004
O presidente
espanhol, José Maria Aznar, aproveitou o convite da extrema direita
governante nos EUA para discursar ante os congressistas ianques dizendo aquilo
que eles queriam ouvir e ele di com a satisfaçom do lacaio bem-mandado.
Sem qualquer
rubor ante a evidência das mentiras com que ele e os seus amos manipulárom
a opiniom pública para justificarem o genocídio em curso contra
o povo iraquiano, Aznar afirmou que Cuba é "umha das últimas
anomalias históricas", ameaçando com dar-lhe "logo"
as boas vindas à "comunidade de naçons livres". Apresentou
assim o presidente espanhol, em pleno santuário do imperialismo, a
carta branca espanhola a umha eventual agressom militar contra a Revoluçom
Cubana.
Com semelhante
ameaça à soberania e dignidade do povo cubano, o criado espanhol
provocou aplausos dos congressistas norte-americanos que o escuitavam no Capitólio
de Washington.
O ainda líder do PP e filofalangista Aznar nom deixou de cumprimentar "o numeroso exílio cubano", em clara referência aos poderosos grupos de pressom da extrema direita gusana implantada em Miami, centro de operaçons dos constantes ataques à ilha rebelde financiados e politicamente ordenados polo "exílio" a que Aznar se referiu amigavelmente.
Aznar defendeu também a guerra de rapina contra o Iraque, teimando na falsidade das armas de destruiçom em massa; apoiou ainda a ALCA e umha "grande zona de livrecámbio" que inclua Espanha na espoliaçom das naçons americanas, ao pé do patrom EUA.
O discurso do presidente espanhol foi interrompido até seis vezes polos aplausos dos representantes do imperialismo ianque, que agradecêrom a atitude submissa de quem se apresentou e discursou como súbdito e "amigo incondicional" da extrema direita e o imperialismo norte-americano.