Ex-prisioneiros árabes em Guantánamo denunciam condiçons de reclusom desumanas

20 de Novembro de 2003

Ex-prisioneiros paquistaneses em Guantánamo narrárom as condiçons desumanas da sua reclusom na prisom de alta segurança norte-americana em Guantánamo.

Os onze presos paquistaneses recentemente libertados contárom como fôrom amarrados após o arresto no Afeganistám, conduzidos a Kandahar e a seguir para a base ianque em Cuba, amontoados como animais, amarrados e impedidos de verem durante o voo e depois no campamento de prisioneiros. Os presos passárom fame, eram impedidos de caminhar e provocárom-lhes um intenso estresse mental, que conduziu alguns deles a tentarem se suicidar. As doenças mentais som algumhas das seqüelas destas pessoas agora livres, após um internamento à margem de qualquer controlo legal ou jurídico por parte das autoridades norte-americanas. As torturas sensoriais estavam e estám à ordem do dia, segundo tenhem denunciado diversos organismos internacionais sem que no entanto tenham sido tomadas medidas contra o Estado terrorista: EUA.

Os presos libertados acordam às noites em meio de pesadelos, a morrer de medo, o que se junta com situaçons de penúria após lhes fazerem perder o vínculo com a sua vida laboral e familiar anterior. Ainda por cima, os poucos que estám a ficar livres, sem qualquer acusaçom formal como os mais de 600 ainda seqüestrados, continuam sem saber qual o motivo ou acusaçom, umha vez que nom se cumprírom os mais mínimos formalismos marcados polas diversas convençons internacionais assinadas polos EUA.

 

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