Ianques e sionistas preparam a ofensiva final contra a Palestina

22 de Dezembro de 2003

Bush fijo pública a sua adesom aos planos do genocida Ariel Sharon, primeiro ministro israelita que dias atrás ameaçou com efectivar umha "desconexom unilateral" com a Palestina, através da dissociaçom das económias Israelita e da Gaza e a Cisjordánia, acentuando assim o novo apartheid contra o povo palestiniano iniciado com a construçom do muro que isola os territórios ocupados. O presidente ianque afirmou que "há que dar cabo de Arafat", confirmando o tradicional apoio norte-americano ao poderoso Estado sionista que ocupa desde há dezénios o território do povo palestiniano.

Além do mais, Bush reafirmou o seu interesse polo "plano de paz" de Sharon, que ontem mesmo incluiu a morte a tiros de dous palestinianos sob o fogo de um franco-atirador israelita, sendo um deles umha criança de seis anos.

O líder republicano empoleirado à Casa Branca continuou "opinando" sobre a questom palestinana em termos arrepiantes: "agora é a altura de fazermos cousas no Oriente Médio, e estou determinado e comprometido para as fazer".

O "plano de paz" que tanto agradou a Bush consiste em impedir a entrada de trabalhadores e trabalhadoras palestinianos para além da fronteira com Israel, fazendo-os depender das economias egípcia e jordana e obrigando, com a ajuda da repressom militar israelita, ao deslocamento progressivo e massivo da populaçom palestiniana para esses estados vizinhos. Desse modo, o Estado sionista avançaria no objectivo de ocupar a totalidade do território em que ainda moram populaçons palestinianas, atingindo "o grande Israel" com que sonha o reaccionário e expansionista sionismo.

 

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