Umha nova vítima do terrorismo patronal
Manuel Branco Grande, operário da construçom
de 27 anos faleceu quando o 18 de Novembro trabalhava na obra dum prédio
no bairro de Salgueirinhos de Compostela. Com esta nova vítima mortal
já som perto de oitenta o número de trabalhadores e trabalhadoras
galegas que falecem nos mais de 27.000 acidentes laborais quantificados polo
Conselho Galego de Relaçons Laborais no território da Comunidade
Autónoma no primeiro semestre de 2002. O incremento dos contratos temporários
e eventuais, a falta de segurança laboral, o embareteciemnto dos custos
de produçom, e a ausência de auto-oganizaçom sindical,
som as principais razons deste grave expoente da exploraçom de classe.
A lógica do incremento do ganho a custa dos direitos da classe trabalhadora
provoca mortes e acidentes. É a face mais nítida do terrorismo
patronal.
Galiza
acha-se na cima do ranquing a nível estatal e europeu em sinsitralidade
laboral. A patronal galega bate os records de sobre-exploraçom e terror.