As mobilizaçons de Ponte Areas contra @s responsáveis da crise nacional do Prestige


19 de Novembro

Na última semana, o país viveu manifestaçons comarcais e nacionais coincidindo com o aniversário do afundamento do Prestige. No caso de Ponte Areas, no dia 13 chegou a haver duas mobilizaçons, umha estudantil de manhá, com grande número de estudantes a marchar atrás da faixa de AGIR, e outra de tarde convocada por Nunca Mais, que contou com destacada presença da esquerda independentista através de NÓS-Unidade Popular.

A manifestaçom estudantil da quinta-feira 13 de Novembro em Ponte Areas contou com quase 150 estudantes atrás da faixa da entidade estudantil independentista, AGIR. A iniciativa partiu de alunos e alunas da granja-escola de Ponte Areas, unindo-se a seguir alunado de outros centros de ensino médio.

Após percorrerem várias ruas da vila, dirigírom-se à sede do PP, concentrando-se diante e coreando palavras de ordem contra os responsáveis do atentado do Prestige: o capitalismo espanhol e transnacional. Também se ouvírom gritos contra o Partido Popular.

A chegada ao lugar de elementos da Guardia Civil espanhola em atitude provocadora, identificando diversas pessoas e ameaçando com sançons, provocou berros contra as forças de ocupaçom espanholas e ratificou o papel repressivo que esse corpo militar cumpre no nosso país.

Já à tardinha, perto de 100 pessoas concentrárom-se na praça Gabino Bugalhal de Ponte Areas, às 20'30 horas, convocadas pola Plataforma Nunca Mais. NÓS-UP aderiu à convocatória apesar de ter sido sectariamente excluída de Nunca Mais por pressons do BNG, e a sua faixa viu-se arroupada por um importante apoio das pessoas que assistírom à concentraçom. A legenda ligava claramente o caso Prestige com a falta de soberania da Galiza, ultrapassando assim o discurso reformista da "incompetência", e reclamando a autodeterminaçom.


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