Protesto diante do chalet de Fraga em Perbes

Dezenas de militantes independentistas das diferentes organizaçons do MLNG secundárom domingo à tarde a concentraçom convocada pola Plataforma Nunca Mais, diante do chalet do fascista e presidente da Junta de Galiza, Manuel Fraga, no areal de Perbes (Minho), que reuniu a perto de 1.000 pessoas.

O chalet estava custodiado por várias dúzias de Guardas Civis pertencentes à unidade de anti-disturbios. Também havia presença de policias à paisana e das brigadas de informaçom. A apresentaçom do acto, -que rematou com a leitura dum comunicado polo poeta Manuel Maria-, realizada polo porta-voz da Plataforma Nunca Mais e membro do BNG era completamente insumível. "Cá nom vimos a pôr bombas" aludindo claramente a acçom do EG em 1988, "o povo galego é incapaz de matar a umha mosca, que se enterem em Madrid", "Nom imos a lançar pedras", "somos contrários à violência", e dando-lhe um trato ao velho fascista de "Dom Manuel", fôrom algumhas das palavras, estilo e tom empregado na realizaçom deste acto, que rematou com umha menina depositando umha flor no mar.
"Fraga fascista, fora da Galiza", "Aqui está, aqui se vê, o braço armado do PP", "demissom", "Mais ecologia e menos polícia", "Fernández de Mesa, PIM PAM PUM", "Espanha é a nossa ruína".... fôrom as palavras de ordem mais repetidas durante o acto.

O medo a umha suposta carga policial, fixo que os convocantes acelerassem o final da concentraçom. Depois de entoar o hino nacional, e tentar silenciar os berros de Independência polos megafones oficiais, as faixas do autonomismo desaparecérom do areal, ficando lá unicamente a esquerda independentista e as massas populares ali concentradas.
Um filiado da Assembleia Comarcal de Trasancos de NÓS-Unidade Popular dirigiu-se a porta do chalet portando umha bandeira com o escudo da Galiza, mas quando se aproximou a entrada um antidisturbio sacou a "porra" empurrando-o. Perante esta provocaçom policial a maioria d@s concentrad@s respostárom encarando-se com as forças repressivas do Estado, que optou pola retirada do "benemérita".
Perante a cobardia do autonomismo, a disponibilidade de luita que mostra o PTG, e a gravidade da situaçom, Primeira Linha, mais umha vez solicita ao sindicalismo nacionalista e de classe a convocatória de umha Greve Geral.



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