Junta da Galiza emprega terrorismo patronal

11 de Janeiro de 2004

NÓS-UP denunciou os métodos de contrataçom utilizados pola Junta da Galiza governada polo Partido Popular. Metodos mais próprios da rapina patronal mais escandalosa do que de umha instituiçom pública paga com o dinheiro do povo galego e teoricamente ao seu serviço. Reproduzimos a seguir o conteúdo do comunicado de NÓS-Unidade Popular:

Junta da Galiza emprega terrorismo patronal

NÓS-Unidade Popular, mediante o presente comunicado de imprensa, quer fazer pública a sua posiçom ante o emprego por parte das instituiçons autonómicas de sistemas de contrataçom fraudulentos e ilegais. A Junta da Galiza, e principalmente organismos dependentes da mesma quais som o Serviço Galego de Saúde (SERGAS), obriga muit@s trabalhadores/as a assinar contratos por dias para períodos que podem superar o mês de trabalho, contratando-@s e despedindo-@s diariamente para aforrar dinheiro na quotizaçom à Segurança Social.

NÓS-UP denuncia:

1.- As formas fraudulentas de contrataçom, que minam e anulam os direitos laborais tam custosamente atingidos polo movimento obreiro, som a tónica geral de umha economia precarizada, subdesenvolvida e em boa medida submersa como a galega. A burguesia voraz que padecemos tem ganhado tal posiçom de força que nem os tímidos direitos reconhecidos polo quadro jurídico laboral som respeitados, sem que nengum destes delinqüentes pague por isso.

2.- Que as instituiçons públicas se somem a este comportamento criminoso e explorador é se cabe mais grave ainda. O Partido Popular, incrustado como está no governinho autonómico, fai das entidades públicas a sua própria e particular empresa, e gere-as de acordo com o seu instinto de classe: a mesma fereza da burguesia para @s trabalhadores/as é empregada polo PP contra @s trabalhadores/as públic@s, violando as leis que eles mesmos aprovam.

3.- A criminalidade e corrupçom que estas práticas revelam deve ter conseqüências políticas fulminantes. Por um sentido elementar de saúde democrática, os responsáveis políticos devem ser cessados imediatamente e processados judiciariamente por delitos contra a classe trabalhadora.

4.- De NÓS-UP chamamos os sindicatos nacionalistas e de classe a responderem com contundência a esta gravíssima situaçom. De deixarmos passar por alto a implicaçom directa das próprias instituiçons nas agressons aos direitos laborais, teremos recuado um passo gigantesco na defesa da dignidade e o bem-estar d@s trabalhadoras/as galeg@s.


Voltar à página principal