INICIATIVA MUNICIPAL DE NÓS-UP EM OLEIROS POLA CRIAÇOM DE UMHA TV COMARCAL PÚBLICA
Nós-Unidade Popular solicitou do Concelho de Oleiros que defenda perante a Mancomunidade de Concelhos a criaçom de umha cadeia de televisom pública para As Marinhas. A área metropolitana da Corunha carece até o momento de um meio de comunicaçom áudio-visual com um compromisso firme com a cultura e a língua galegas e que preencha as necessidades sociais e culturais da Comarca. Neste sentido, NÓS-Unidade Popular já denunciara publicamente a tendenciosidade e sectarismo dos informativos da cadeia privada Telecoruña, filial da multi-nacional da informaçom Telemundo, e a falta de qualidade e pluralismo da sua programaçom em geral. NÓS-Unidade Popular defende a criaçom de um canal de ámbito comarcal, capaz de competir com as televisons privadas, que funcione sob os princípios de qualidade e pluralismo e que tenha um compromisso claro com a difusom e promoçom das tradiçons populares da comarca, as peculiariedades do meio, o património etnográfico e histórico-artístico, a defesa da natureza, que ajude a promocionar e desenvolver o sector áudio-visual galego, de a voz à gente da cultura na comarca e favoreça o debate público sobre questons que afectam à vida quotidiana dos cidadaos e cidadás da comarca. O Responsável de Política Institucional e Comunicaçom da Comarca da Corunha, Ramiro Vidal, fijo chegar à alcaldesa de Oleiros, por meio de umha moçom com data de entrada em Registo de 18 de Junho de 2002, a proposta, que se dará a conhecer em todos os concelhos da Comarca onde a Unidade Popular tem presença.
MANIFESTAÇOM CONTRA A NOVA LEI DE PARTIDOS EM COMPOSTELA

Centenares de pessoas
secundárom na tarde do sábado 15 de Junho a manifestaçom
nacional que, convocada por nove organizaçons políticas e sociais,
entre elas Primeira Linha, percorreu as principais ruas de Compostela sob
a legenda PAREMOS O FASCISMO, CONTRA A LEI DE PARTIDOS POLÍTICOS. GALIZA
POLA LIBERDADE E A DEMOCRACIA.
Liberdade de expressom,
Galiza contra a lei de partidos, Paremos o fascismo, Nom passarám,
PSOE, PP a mesma merda é, Galiza-Euskadi solidariedade, Contra o fascismo,
contra o capital, greve, greve, greve geral, fôrom algumhas das palavras
de ordem mais escuitadas ao longo do trajecto.
Embora fosse "escoltada"
por diversas dotaçons da unidade antidistúrbios da polícia
espanhola, e com umha inusitada presença da polícia municipal,
nom se produzírom incidentes, salvo a tentativa frustrada por parte
da polícia municipal de Compostela de deter vários manifestantes
que realizavam pintadas, -em prol da greve geral e contra o PP-, em diversas
entidades bancárias e empresas multinacionais como Zara.
Dezenas de bandeiras vermelhas,
da Pátria e com o escudo nacional, bem como diferentes faixas portadas
polas entidades do MLNG -NÓS-Unidade Popular, AGIR, AMI e Primeira
Linha- contribuírom para dar vistosidade à manifestaçom
que partindo da Alameda finalizou na praça do Toural, onde o poeta
Miro Villar deu leitura ao manifesto unitário, que se pode consultar.
O nosso partido assistiu
com cortejo e faixa própria em que se lia Contra o fascismo a luita
é o único caminho.
A mobilizaçom foi ocultada pola prática totalidade de meios de comunicaçom, mais preocupados em enxalçar a efeméride do 15J como data na que se comemoram as primeiras eleiçons "livres" do Estado espanhol, que em dar conta deste acto em defesa da democracia e a liberdade que pretende alertar a sociedade galega do processo de fascistizaçom em que se acham envolvidos os aparelhos estatais espanhóis.
Aqui tés mais algumhas imagens da mobilizaçom:



