AGIR denuncia acossa da Guarda Civil contra os seus filiados em Ortigueira

11 de Março de 2004

AGIR informa no seu sítio-web de como em 4 de Março se viveu um novo episódio da perseguiçom à qual os corpos repressivos espanhóis submetem os e as militantes de AGIR na vila de Ortigueira.

Desta vez, a Guarda Civil com o apoio da Polícia Local, retivo vári@s militantes da organizaçom estudantil após a celebraçom dumha manifestaçom em defesa do ensino público e galego. Os agentes da Guarda Civil registárom tod@s e cada um dos moços e moças que iam no grupo com a escusa de terem aparecido pintagens contra o alcaide da vila em que se podia ler "el alcalde y sus amigos se meten coca". Ante estas acusaçons, @s militantes defendêrom-se alegando que os grafitis estavam escritas em espanhol e nom em galego.

Desde a constituiçom da AGIR em Ortigueira, há mais de um ano, este tipo de acçons tenhem-se convertido em habituais na vila. Identificaçons, cacheios, ameaças, retençons e viagens ao quartelilho som o pam de cada dia para @s militantes e colaboradores de AGIR em Ortigueira já seja à saída do instituto, em plena rua ou nos locais de marcha.

Este é o preço que o estudantado tem de pagar por se organizar e ousar denunciar o presidente da Cámara, do Partido Popular, que manda e ordena à vontade desde há anos em Ortigueira.

Polo demais a jornada de mobilizaçom convocada pola Assembleia de AGIR em Ortigueira desenvolveu-se com normalidade. O paro foi total no centro da vila e a manifestaçom, à qual assistírom algo mais de 60 estudantes, percorreu várias ruas para acabar diante do Paço do Concelho, onde, apesar do operativo da Policia Local, nom pudo impedir que @s manifestantes empapelassem o edifício, denunciando a cumplicidade do alcaide com a política educativa do Partido Popular.

 

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