A polícia
impede a entrada da esquerda independentista no Obradoiro
NÓS-UP realiza um novo protesto contra o regime espanhol
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Às 11.30
da segunda-feira 30 de Dezembro o presidente da cámara municipal de
Compostela (BNG-PSOE), acompanhado pola maioria d@s vereadores/as das três
forças políticas com representaçom municipal, assim como
por outras autoridades civis, militares e religiosas, exerceu como delegado
régio da cerimónia "comemorativa da translaçom dos
restos do Apóstolo de Palestina a Compostela". Este acto institucional
do espanholismo foi contestado por NÓS-Unidade Popular que reivindicou
novamente a suspensom das obras da Cidade da Cultura e que os 80.000 milhons
de pts do mausoleu de Fraga sejam para @s afectad@s pola maré negra.
Um forte dispositivo policial impediu que a esquerda independentista entrara
no Obradoiro, mas nom que os gritos de proresto foram escuitados por Bugalho,
Fraga, os militares espanhóis e o conjunto das autoridades do regime.
Um
desfile militar precedeu a entrada de José Sanchez Bugalho na catedral
onde, durante umha misa, realizou, em nome do monarca que Franco nomeou, a
"oferenda nacional" (espanhola) ao Apóstolo. O discurso foi
respondido polo arzobispo de Compostela, Juliam Bárrio.
Esta cerimónia
de tintes claramente racistas, imperialistas e neofascistas foi institucionalizada
em 1642, no reinado de Felipe IV.
Embora @s militantes independentistas fôrom interceptad@s na entrada
do Obradoiro sob o arco de Gelmires e posteriormente empurrad@s por umha dúzia
de membros das forças antidistúrbios para a praça de
Sam Martinho Pinário, após serem identificad@s, voltárom
a tentar entrar por Sam Gerome.
A
denúncia dos responsáveis da catástrofe nacional do Prestige
nom pode ter trégua.
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