ÍNDICE

Prólogo do Comité Central de Primeira Linha (MLN)

 

Que fazer? Problemas candentes do nosso movimento

 

I. Dogmatismo e «liberdade crítica»

a) Que significa «liberdade crítica

b) Os novos defensores da «liberdade crítica

c) A crítica na Rússia

d) Engels e a importáncia da luita teórica

II. A espontaneidade das massas e a consciência social da democracia

a) Começo do ascenso espontáneo

b) Culto da espontaneidade. O «Rabótchaia Misl»

c) O «Grupo de Auto-emancipaçom» e a Rabótcheie Dielo»

III. Política trade-unionista e política social-democrata

a) A agitaçom política e a sua restriçom polos economistas

b) De como Martínov aprofundou Plekhánov

c) As denúncias políticas e a «educaçom da actividade revolucionária»

d) Que há de comum entre o economismo e o terrorismo?

e) A classe operária como combatente de vanguarda pola democracia

f) Mais umha vez «caluniadores», mais umha vez «mistificadores»

IV. O trabalho artesanal dos economistas e a organizaçom dos revolucionários

a) O que é o trabalho artesanal

b) O trabalho artesanal e o economismo

c) A organizaçom de operários e a organizaçom de revolucionários

d) Envergadura do trabalho de organizaçom

e) A organizaçom de «conjurados» e a «democracia»

f) O trabalho à escala local e à escala de toda a Rússia

V. «Plano» de um jornal político para toda a Rússia

a) Quem se ofendeu com o artigo «Por onde começar?»?

b) Pode um jornal ser um organizador colectivo?

c) De que tipo de organizaçom precisamos?

Conclusom

Suplemento

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O Estado e a Revoluçom. A doutrina do marxismo sobre o Estado e as tarefas do proletariado na revoluçom

 

Prefácio à primeira ediçom

 

Capítulo I. A sociedade de classes e o Estado

1. O Estado, produto do carácter inconciliável das contradiçons de classe

2. Destacamentos especiais de homens armados, prisons, etc.

3. O Estado - Instrumento de exploraçom da classe oprimida

4. A «extinçom» do Estado e a revoluçom violenta

Capítulo II. O Estado e a Revoluçom. A experiência dos anos 1848-1851

1. Véspera da revoluçom

2. O balanço da revoluçom

3. Como Marx colocava a questom em 1852

Capítulo III. O Estado e a Revoluçom. A experiência da Comuna de Paris de 1871. A análise de Marx

1. Em que consiste o heroísmo da tentativa dos Communards

2. Polo quê substituir a máquina de Estado quebrada?

3. A supressom do parlamentarismo

4. A organizaçom da unidade da naçom

5. A supressom do Estado parasita

Capítulo IV. Continuaçom. Explicaçons complementares de Engels

1. O «problema da habitaçom»

2. A polémica com os anarquistas

3. Carta a Bebel

4. A crítica do projecto de programa de Erfurt

5. O prefácio de 1891 à Guerra Civil de Marx

6. Engels sobre a superaçom da democracia

Capítulo V. As bases económicas da extinçom do Estado

1. A colocaçom da questom por Marx

2. A transiçom do capitalismo para o comunismo

3. A primeira fase da sociedade comunista

4. A fase superior da sociedade comunista

Capítulo VI. A vulgarizaçom do marxismo polos oportunistas

1. A polémica de Plekhánov com os anarquistas

2. A polémica de Kautsky com os oportunistas

3. A polémica de Kautsky com Pannekoek

Posfácio à primeira ediçom

 

As notas que concluem com a referência (N. Ed.) som algumhas das incluídas na ediçom portuguesa ou acrescentadas por nós na ediçom galega. As restantes (sem qualquer referência final) som do próprio Lenine.

 

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Que fazer? seguido de O Estado e a Revoluçom

Vladímir Ílich Lenine

Abrente Editora

Compostela, Abril de 2001


(1ª EDIÇOM GALEGA DE AMBAS AS OBRAS, comemorativa do 1ª centenário do Que fazer?)